Contrato de convivência construído com a sala
O grupo define em conjunto os acordos que vão valer na sessão. O facilitador propõe 3 (falar de si em primeira pessoa, sigilo sobre o que for dito aqui, desacordo sim e ataque não) e pede que a sala acrescente pelo menos 1.
Acordos escritos pelos próprios participantes funcionam melhor do que regras impostas, porque as pessoas dizem o que precisam para se sentir seguras. O contrato fica visível a sessão inteira e vira o instrumento que o facilitador usa quando precisa interromper alguém, apontando para o combinado em vez de para a pessoa.
Para quem: todos os públicos. Em sala com chefe e subordinado, é obrigatório.
Risco: virar formalidade decorativa se ninguém recorrer a ele depois.