Passo a passo exaustivo: fechar o produto, construir prova social, montar a plataforma de comunicação, gerar exposição e fechar o primeiro cliente corporativo.
Antes de expor a consultoria pra qualquer prospect, o produto precisa estar vendável — não perfeito, vendável.
Decidir entre nome próprio ("Gabriel [sobrenome], consultor") ou marca separada. Recomendação: começar com nome próprio — é o padrão de Tânia Chaves, Janaina Gama e da Belle Guarnieri na Colina, converte mais rápido em fase inicial baseada em autoridade pessoal.
Usar o que já foi definido no business case: palestra + letramento, grupos de afinidade (com formação de lideranças internas), projetos customizados.
Fixar tabela pra palestra avulsa (menor ticket, menor fricção); manter os outros dois "sob consulta" — padrão do resto do mercado.
Verificar com contador se MEI cobre consultoria/palestra ou se precisa CNPJ (ME/EI). Pré-requisito pra nota fiscal — tratar como bloqueador real, não deixar pra depois do primeiro interessado.
Definir por escrito quando trazer alguém (ex: psicóloga pros grupos de afinidade) e como remunerar. Não precisa fechar parceria ainda, só o critério.
O maior gap do diagnóstico (validação: 2/5, o de maior peso no score) se ataca aqui.
Situação antes, o que foi feito, o que mudou depois. Se possível, depoimento de quem participou.
Mesmo tratamento: contexto, entrega, reação de quem contratou.
Quantas pessoas participaram, quantos encontros aconteceram, alguma mudança relatada. Número pequeno e real vale mais que nenhum número.
Refinar o texto do esboço original pro público de RH/liderança, cortando o que soa acadêmico demais.
Uma foto profissional, nítida, alinhada ao tom sério-acessível da consultoria.
É onde o decisor (RH generalista ou liderança de empresa média) está. Headline focada no problema que resolve, não em "teólogo". Seção "Sobre" com os 3 níveis e os cases da Fase 2. Destaques fixando os dois cases documentados.
1 página, formato parecido com o esboço original, mas com prova social e preço de entrada incluídos. É o material que a rede de consultorias parceiras vai usar pra indicar.
Opcional nesta fase — não é bloqueador pra primeira venda. Priorizar só depois que o one-pager e o LinkedIn já estiverem gerando conversa.
3-4 temas fixos pra postar com frequência: letramento racial no dia a dia corporativo, casos reais (anonimizados), bastidores dos grupos de afinidade, reflexões dos 15 anos em territórios periféricos.
Explicar os 3 níveis, mandar o one-pager, deixar claro o perfil de cliente ideal e o que o parceiro ganha por indicar.
Conversa exploratória, não venda: indicação cruzada ou coprodução de conteúdo/evento.
Perfil já definido na pesquisa: empresa média, sem D&I formalizado, decisor = RH generalista + aval de liderança. Ver a lista de 22 empresas em São Paulo →
Palestra com desconto (ou gratuita) pra 1-2 empresas da lista, com objetivo de gerar o primeiro case corporativo rápido — não de lucrar nessa rodada.
1-2 aparições externas: podcast, mesa de RH, evento de D&I. Objetivo: ampliar alcance além da rede direta.
| Semana | Foco principal |
|---|---|
| 1–3 | Fechar produto: nome, escopo, preço, faturamento (Fase 1) |
| 2–4 | Documentar prova social existente (Fase 2, em paralelo) |
| 3–6 | Montar LinkedIn e one-pager (Fase 3) |
| 4–8 | Ativar rede, mapear prospecção, gerar oferta de lançamento (Fase 4) |
| 6–10 | Abordar, propor e fechar o primeiro cliente corporativo (Fase 5) |
| 10+ | Pós-venda, novo case documentado, reinício do ciclo com preço revisado pra cima |
Faturamento: formato MEI vs. CNPJ depende de um contador, não foi validado aqui.
Oferta de lançamento: se será gratuita ou com desconto depende do quanto o Gabriel pode/quer investir de tempo não remunerado agora.
Rede de parceiros: comissão ou modelo de troca não foi definido, fica como conversa a ter na Fase 4.